O cão de Odisseu
Argos
Ἄργος

Odisseu o criou mas mal o usou antes de partir para Troia. Em sua ausência, o cão envelheceu abandonado, deitado no esterco à porta do palácio, coberto de pulgas.
Quando Odisseu chega disfarçado depois de vinte anos, Argos é o primeiro a reconhecê-lo: abana o rabo e baixa as orelhas, sem forças para se levantar. Odisseu enxuga uma lágrima sem que Eumeu perceba. O cão morre logo depois.